Entrevista sobre a Depressão

Há alguns dias, participei do programa Tribuna Independente, na Rede Vida, e fui entrevistado por Dalcides Biscalquin.

O assunto abordado na entrevista foi “depressão”. Foram mais de 40 minutos de uma feliz interação com o Dalcides e com os telespectadores, que, de todo o Brasil, nos enviaram as suas dúvidas e questões a respeito do tema . Talvez haja aí algum esclarecimento que lhe sirva. O vídeo da entrevista vai logo abaixo, dividido em 3 partes.

 

 

(Visited 16 times, 1 visits today)

12 Comments

  1. Ana Patrícia 31 de janeiro de 2015 at 14:20

    Deyvis, dá orgulho ver você falando assim! Que maravilha você disponibilizar um canal para desmistificar os transtornos psiquiátricos.

    Abraço grande e muito sucesso!

    1. Dr. Deyvis Rocha 31 de janeiro de 2015 at 23:16

      Oi, Ana Patrícia,

      Obrigado pelo apoio.

      Forte abraço.

  2. Ihgu Lucena 14 de fevereiro de 2015 at 23:23

    Dr. Deyvis, parabéns pelo excelente trabalho! Sou acadêmico de medicina da UFPE e grande entusiasta da psiquiatria. Decidi ser psiquiatra aos 14 anos, na 8ª série – hoje estou com 21, no 6º período de medicina. Tenho grandes nomes da psiquiatria como inspirações e digo com muita alegria que teu nome foi somado à lista. Sou um grande admirador do teu trabalho, mesmo que o acompanhe só pelo site. Às vezes desanimo um pouco no meu propósito, questiono minha vocação, penso em uma dezena de possíveis outras especialidades, mas acho que fui pré-destinado a esse nobre ofício. Nesse período de “crise vocacional”, conhecer teu trabalho foi algo reavivador, de verdade!
    Pretendo fazer residência aí em São Paulo. Espero um dia conhecê-lo e aprender um bocado sobre psiquiatria contigo.
    Publique mais!
    Grande abraço!
    Ihgu Lucena

    1. Dr. Deyvis Rocha 15 de fevereiro de 2015 at 09:29

      Olá, Ihgu,

      Que honra figurar nesse panteão de figuras inspiradoras.
      Creio que você não saiba que a UFPE me formou psiquiatra. Sim, fiz residência no HC entre 2005 e 2007. Antes disso, fui acadêmico da UPE entre 1998 e 2004. Espero que um dia você possa conhecer o meu “pai” na psiquiatria, o Dr. Othon Bastos, o homem que eu quis ser quando decidi ser psiquiatra.
      Enfim, espero que siga nessa trilha traçada ainda no colegial. No meu caso, simplesmente, não tive opção. Quando travei contato com a psiquiatria, ainda no segundo ano da faculdade, soube que não me restava nenhuma escolha que não a de ser um psiquiatra.
      Um forte abraço.

      1. Ihgu Lucena 26 de março de 2015 at 16:55

        Conheço Othon Bastos! Há uns 2 anos ele foi condecorado com o título de professor emérito da UFPE.
        Atualmente tenho aulas com professor Amaury Cantilino na disciplina de psicologia médica. Ele é excelente! Além dele, fiz iniciação científica com o professor João Ricardo Mendes de Oliveira (talvez você não o conheça). Vou passar pela disciplina de psiquiatria agora no 8º período e estou muito ansioso!
        Continuarei acompanhando as postagens. Publique bem muito!!!!!! =D
        Grande abraço.

        1. Dr. Deyvis Rocha 5 de abril de 2015 at 21:59

          Olá, Ihgu,

          Conheço João Ricardo. Ele chegava ao HC quando eu terminava a minha residência.
          Espero que esteja gostando da disciplina de Psiquiatria.

          Forte abraço a você e ao mestre Amaury Cantilino.

  3. bia 7 de março de 2015 at 09:19

    Ola, Dr.Deyvis Rocha .
    Parece ser um médico muito empático. Que pena moro em BH.
    Será que podia fazer algumas perguntas por e-mail?
    Cordialmente.

    1. Dr. Deyvis Rocha 9 de março de 2015 at 22:20

      Olá,

      Eu posso responder a algumas dúvidas, mas não posso fazer consultas por esse meio.

      Att,
      Deyvis

  4. bia 7 de março de 2015 at 09:39

    Ola Dr. Deyvis Rocha.

    Depressão com outros transtornos de ansiedade como TOC, TAG e Pânico possuem curas?
    Uma TAG pode virar TOC ou vice – versa?
    Medicação e terapia por longo tempo?
    Grata.

    1. Dr. Deyvis Rocha 9 de março de 2015 at 22:22

      Olá, Bia,

      Olha, esses problemas têm tratamento e controle, mas pode ser que uma pessoa com um desses problemas tenha dificuldade em ficar sem a medicação.
      TAG virar TOC não seria o caso, mas o TAG e o TOC ocorrerem na mesma pessoa, sim.

  5. Tulio 21 de setembro de 2015 at 14:22

    Olá, Dr. Deyvis, excelente entrevista!

    Tenho uma dúvida com relação à minha namorada, pois acredito que existe um problema no momento, mas não posso perguntar diretamente para ela.

    Eu sei que ela se trata de depressão profunda há 5 anos, e este ano, antes de nos conhecermos, ela parou de tomar Prozac por conta, sem consentimento médico. Há algumas semanas ela voltou a tomar, e recentemente interrompeu novamente.

    Nas primeiras 3 semanas que a conheci, há cerca de 70 dias atrás, ela era uma mor de pessoa, muito atenciosa, alegre, consistente em tudo! De lá para cá, em quatro diferentes ocasiões ela teve mudanças radicais repentinas, do tipo: estamos ótimos, com muito carinho um com o outro, e de repente ela fica séria, se fecha e pede para eu ir embora, me afastar, como se estivesse brava comigo. Resumindo, estas quatro crises, inclusive uma ontem, são direcionadas a mim e sem nenhum gatilho anterior, ou seja, sem motivo aparente relacionado com o contexto do momento.

    Ontem, por exemplo, estávamos ótimos o dia todo, até chegarmos ao shopping para fazer compras. Ela repentinamente se fechou, e quando eu voltei do banheiro ela disse que era melhor ela fazer tudo sozinha e eu ir embora para a minha casa. Fiquei completamente perdido e a questionei, mas ela foi seca, incisiva e fria ao dizer que estava de saco cheio e que não queria falar comigo. Então começou a alegar milhares de coisas sem sentido no nosso relacionamento e que eu deveria sumir! Bom, ela foi embora e, desde então, mandou mensagens extremamente agressivas e ofensivas, inclusive em resposta a uma mensagem super carinhosa que enviei já imaginando que fosse uma crise de depressão ou algo assim, insinuando não querer mais este relacionamento e, ao mesmo tempo, pedindo para eu responder e reclamando quando demoro para dar um retorno.

    Ela é simplesmente um amor de pessoa, extremamente alegre, mas de repente acontece algo assim do nada! Hoje, por exemplo, ela foi extremamente grosseira e, ao mesmo tempo, comemorou toda sorridente no Facebook que irá curtir o aniversário da amiga em um bar, como se estivesse fugindo do problema com sorrisos. DIgo isto porque já percebi que sempre que ela tem algum problema que a incomoda muito, ela oculta tudo com sorrisos e risadas, ignorando completamente o problema sem resolvê-lo.

    Minhas dúvidas são:

    1. É um comportamento esperado pela condição patológica dela, ou eu estou viajando?
    2. Como eu devo proceder, visto que a amo como ninguém neste mundo e quero ajudá-la?

    Agradeço imensamente pela ajuda humanitária, e grande abraço!

  6. Edna Silva 16 de outubro de 2016 at 23:46

    Olá Dr Deyvis Rocha. Desde o final de 2014 aonde eu tive a dor de saber que minha filha jovem linda. Inteligente, havia sofrido um surto psicótico. Na Irlanda. Eu fiquei desorientada sem rumo pra não falar sem chão. Pois morávamos só nós duas aqui em São Paulo. Enfim. Dr. Entrei aqui na net e li e reli por meses tudo sobre o assunto. E te descobrir. Ela voltou pro Brasil 3dias após o episódio. Ficou 3 dias internada em um hospital psiquiátrico. Pra começar se tratar. Fez algumas consultas e fez a medicação com olanzapina por conta parou tudo. Continua a usar maconha compulsivamente. e os delírios continuam. Eu desempregada e sozinha não sei o que fazer. Pois o pai esse que á enviou pra Irlanda não quer mais nos ajudar. Pôr favor Dr Deyvis. Me ajude pelo o amor de Deus não quero perde-la ah. Hoje ela ta com 21anos e não faz nada. Apenas fuma maconha compulsivamente. Não come quase nada perdeu muito kilos. Obrigada Edna