Tudo sobre o Rivotril

L'Absinthe - Edgar Degas, 1876Uma das medicações mais utilizadas no Brasil pertence à seara psiquiátrica. Trata-se do clonazepam, um tranquilizante da classe química dos benzodiazepínicos que é mais conhecido pelo nome comercial de Rivotril. Vez por outra, vemos reportagens em jornais ou matérias de capa de revista enfocando essa substância, em que se põe em relevância os aspectos negativos do seu uso disseminado. No começo deste ano, uma pesquisa sobre o uso do clonazepam e outros tranquilizantes foi destaque na mídia. Ela revelava que, entre 2009 e 2013, havia ocorrido um aumento de 42% no uso dessas medicações, uma direção oposto ao de países como Inglaterra e Alemanha, onde, no mesmo período, registrou-se uma queda de 30% na comercialização desses produtos na última década. Foi um estrondo. De um lado, os psiquiatras acusavam os colegas de outras especialidades por prescreverem tranquilizantes sem a devida necessidade, e por mais tempo e com uma dose maior do que se recomenda. Muitas críticas foram dirigidas à nossa vida moderna, à pressão da sociedade que não pode parar, aos sequiosos por estar sempre conectados e que só, de fato, relaxam, se ingerirem algum comprimido comprado na farmácia. Claro, não se esqueceu de criticar a ganância dos laboratórios farmacêuticos e a proliferação das farmácias, onde se pode conseguir medicação para o controle de todos os instintos: para dormir, para ficar acordado, para se abrir o apetite, para deixar de comer, para ser um ás sexual, etc.

Não há dúvida que o desenvolvimento dos tranquilizantes benzodiazepínicos foi um marco na psiquiatria, pois proporcionou um tratamento eficaz para pessoas que sofriam com quadros de ansiedade incapacitante, especialmente quando se compara a segurança dessas medicações com o arsenal terapêutico que dispúnhamos antes, como os brometo e os barbitúricos, que causam uma série de efeitos colaterais, podem induzir à psicose e mesmo levar à morte, já que a sua dosagem tóxica é muito próxima da dose terapêutica (se Marilyn Monroe tivesse tomado vários benzodiazepínicos naquela noite de agosto de 1962, ao invés de uma associação de hidrato de cloral com barbitúrico, certamente teria sobrevivido – infelizmente, o diazepam só começaria a ser comercializado no ano seguinte ao de sua morte).  Quando falo em ansiedade incapacitante, é óbvio que não me refiro à ansiedade que todos sentimos no nosso dia a dia, por exemplo, quando o nosso chefe nos liga dizendo que quer falar conosco imediatamente, ou quando se convida aquela garota linda para sair. Refiro-me ao quadro de ansiedade e medo extremo que ocorrem na síndrome do pânico e na agorafobia, ao nervosismo e à tensão constante que caracterizam o transtorno da ansiedade generalizada.

Hoje em dia, parece que não se considera mais os benefícios que uma medicação como o Rivotril pode trazer. Uma paciente que trato com Rivotril por causa de síndrome do pânico me contou que, um dia desses, precisou ir a uma emergência médica por uma razão qualquer, e a médica, na avaliação, lhe perguntou e tomava algum remédio. Ao ouvir o nome do tranquilizante, levantou os olhos da ficha de atendimento sobre a qual rabiscava e encarou, cenhosa, a minha paciente: “cuidado, hein! essa medicação pode causar dependência!” Creio que a médica deve ter pensado que tinha diante de si uma adicta incontrolável. A minha paciente lhe respondeu, cortesmente: “é por isso que estou fazendo fazendo acompanhamento médico”. Eu não teria dito melhor.É claro que a atitude da minha colega médica revela a sua preocupação com a paciente, no entanto, revela também a que ponto chegou a “rivotrilfobia”, ou o “pânico do Rivotril” que acomete a nossa população, e que não poupa nem mesmo a classe psiquiátrica. A crítica que se deve fazer ao uso exagerado ou inapropriado da substância recai sobre a própria substância, como se ela fosse a fonte do mal. O perigo é que os psiquiatras, contaminados pelo imperativo disseminado de se prescrever cada vez menos tranquilizantes, deixemos de utilizar uma excepcional ferramenta terapêutica. Enquanto isso, ela segue sendo prescrita por médicos não psiquiatras, que, decerto, têm boa vontade, porém, menos conhecimento dos protocolos de tratamento e das doses mais adequadas para garantir a efetividade da terapia.
Com o objetivo de trazer mais esclarecimentos a respeito do clonazepam e demais tranquilizantes da classe dos benzodiazepínicos, enfatizando mais os aspectos positivos do que os negativos, segue um texto em forma de respostas a alguns possíveis questionamentos sobre o assunto que, imagino, boa parte da população deva ter.
1. Qual seria principal indicação de uso do Rivotril?
O Rivotril (clonazepam) é um tipo de ansiolítico (isto é, uma substância que diminui a ansiedade) benzodiazepínico, um grupo ao qual pertencem também o Valium (diazepam), o Lexotan (bromazepam), entre outros, e como os demais membros dessa classe, está indicado, na psiquiatria, para os casos de transtorno de ansiedade e insônia. Também é muito empregado como anticonvulsivante.
2. De que forma essa medicação age no cérebro, como ela interage no organismo para trazer os benefícios ao paciente?
O Rivotril atua através do seu efeito no receptor do ácido gama-aminobutírico, mais conhecido por GABA, abundante em todo o sistema nervoso central (SNC). O GABA é considerado o principal neurotransmissor inibitório do SNC dos mamíferos. Basicamente, o Rivotril, como os demais ansiolíticos, potencializa a ação do GABA no cérebro. É assim que o Rivotril exerce as suas propriedades farmacológicas: ansiolítica, hipnótica, anticonvulsivante e relaxamento muscular. A ação desse medicamento é bastante rápida, após alguns minutos de uma única dose, ele começa a agir, o que é muito importante para quem está experimentando uma crise de ansiedade aguda ou para quem precisa dormir depressa.
3. Como o Rivotril traz a calma ao paciente que tem transtorno de ansiedade generalizada ou síndrome do pânico
Com o Rivotril, sucedeu o que frequentemente ocorre na psiquiatria, primeiro, se descobre o efeito clínico e uma medicação, depois, se tenta encontrar em que região cerebral age aquela medicação. Assim, como o efeito da medicação é a diminuição da ansiedade, e como o Rivotril age no GABA, a lógica nos diz que o GABA exerce uma função importante na regulação da ansiedade. Até agora, não se conseguiu verificar ao certo nenhum defeito específico no receptor do GABA que pudesse estar relacionado aos transtornos ansiosos. É provável que, com a ampla distribuição de receptores GABA no cérebro, eles exerçam influência em vários sistemas neuronais e a diferente localização dos receptores pode estar relacionada a um ou a outro quadro clínico, como a ansiedade generalizada, relacionada à área da amígdala cerebral, ou a síndrome do pânico, relacionada à substância cinzenta periaquedutal do mesencéfalo.
4. O Rivotril causa dependência? É o mesmo processo que ocorre com álcool e drogas?
Dentro de um contexto clínico, isto é, usado de maneira controlada, em doses adequadas, por um tempo apropriado, no tratamento de uma doença, muito raramente se desenvolve a dependência. É muito raro que se encontre um padrão de comportamento na pessoa que usa o Rivotril que seja semelhante ao dependente químico, como, por exemplo, muito tempo gasto para se conseguir a substância, o prejuízo em atividades ocupacionais, sociais e recreativas pelo uso do Rivotril. Os quadros de dependência aos benzodiazepínicos são observados com o seu uso fora do contexto clínico, em pessoas que costumam abusar de múltiplas drogas, como o álcool, cocaína, etc.
Não se deve confundir, todavia, a necessidade de se tomar o Rivotril por tempo prolongado com uma dependência da substância. Muitas vezes, é a patologia psiquiátrica em si que demanda o uso continuado da medicação. Quem tem transtorno ansioso crônico e recorrente pode necessitar tomar o Rivotril de maneira contínua.
5. Na prática, muitos pacientes recebem a receita do médico, passam a tomar e depois não voltam mais fazer consultas. O uso indiscriminado desse remédio gera o quê?
O uso indiscriminado do Rivotril pode levar ao seu consumo  excessivo, desnecessário, podendo, sem a supervisão médica, levar a casos de abuso dessa medicação e de dependência. Muitas vezes, o uso inadequado do Rivotril é responsabilidade do próprio médico. Explico. Os maiores prescritos de Rivotril e afins não são os psiquiatras, mas os clínicos gerais. Nem sempre os clínicos estão preparados para fazer o diagnóstico de depressão, que é uma doença que costuma estar associada a vários sintomas de ansiedade e à insônia, Ao invés de prescrever ao paciente um antidepressivo, o clínico lhe prescreve o Rivotril, que não tem efeito antidepressivo, mas ajuda sim a melhorar a ansiedade e até a regularizar o sono. Essa pessoa vai buscar manter o uso do Rivotril, melhorando alguns aspectos do seu problema mental, mas sem resolver o cerne da questão, que é a depressão, com o risco, dessa forma, de cronificá-la.
6. Quais são os efeitos colaterais do consumo de Rivotril?
O Rivotril e a classe dos benzodiazepínicos como um todo são medicações extremamente seguras, com um dos mais elevados índices terapêuticos entre todos os psicotrópicos, isto é, há uma margem muito grande de uma dose que cause um efeito terapêutico em relação à dose que cause um efeito tóxico. Mesmo quando consumidos em excesso numa tentativa de suicídio, a sua letalidade é mínima.
Os efeitos mais comuns são a sedação, podendo ocorrer, em alguns casos, amnésia para fatos recentes. Quando p Rivotril é utilizado à noite, para dormir, efeitos não são notados. Alguns pacientes podem se queixar de dificuldades para reter informações novas, gerando pequenos esquecimentos, do tipo colocar uma coisa num determinado local e após um tempo não se lembrar mais onde a pôs.
7. E como ocorre a abstinência desse remédio?
A síndrome de abstinência ou síndrome de descontinuação é um conjunto de sintomas que aparecem quando da interrupção do Rivotril. Os sintomas mais comuns, nesse caso, são tremores, taquicardia, sudorese, espasmos musculares, dor de cabeça, mal-estar gastrointestinal, insônia. Quando o Rivotril é utilizado em doses adequadas, dentro dos limites terapêuticos, e quando a sua retirada é gradual, praticamente não ocorrem sintomas de abstinência. O uso de doses altas por tempo prolongado e a interrupção abrupta da medicação são os principais responsáveis pela síndrome de abstinência.
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135 Comments

  1. Alberto 1 de fevereiro de 2015 at 05:29

    Oi, tenho transtorno de ansiedade, síndrome do panico… ultimamente agravada por fobia a lugares distantes de casa. Fiz tratamento com rivotril durante um tempo, mas a nova doutora resolveu tira-lo e me prescreveu antidepressivos pela manha e lorazepam a noite. O problema é que em menos de 3 meses ja tentei paroxetina, sertralina e fluoxetina, mas passei muito mal com todos estes. Começo a achar que nao me dou com nenhum antidepressivo, ao contrario dos anisoliticos, visto que me dou bem com diazepam, clonazepam, lorazepam… Ja passe tmb por escitalopram e amitriptilina (antidepressivos) e tmb passei muito mal. Estou pensando seriamente em pedir a doutora pra voltar a me dar o rivotril, pois de todas as medicações que tomei ate hj, foi a unica que me permitiu trabalhar fora, pegar trem, sair de casa desacompanhado, etc. Fico com medo da dependencia, mas é como escutei de um Psiquiatra uma vez: “Vc prefere ficar escravo da doença ou do remédio?”…. Pelo visto nao tenho muita opção, já que com esse transtorno a minha vida praticamente para. Abraço.

    1. Dr. Deyvis Rocha 1 de fevereiro de 2015 at 10:59

      Obrigado pelo depoimento, Alberto. Penso que muitas pessoas passam por situações semelhantes à sua. O importante é seguir sempre a recomendação médica, e que o médico também permita-se a debater com o paciente as melhores opções de tratamento.

      1. Edinei Ricardo 30 de março de 2016 at 21:16

        Amiga sei do qu estou falando. Ja passei por isso que vc falou e muito mais. Abandone os antidepressivo e volte para o rivotril ja que ele age diretamente no seu problema e vc se da bem com ele. O médico estudou mas ele não tem a doença, só quem tem sabe o sofrimento que é. Volte para o rivotril e va deixando ele aos poucos.

    2. CECILIA URSHEI 1 de fevereiro de 2016 at 02:04

      Tomo rivotril por ter sindrome d panico.me sinto muito bem.
      Nao me trouxe nenhum dano.agora tenho uma vida normal.

    3. Felipe 20 de julho de 2016 at 02:38

      Posso te ajudar.

  2. edneia stabile 1 de fevereiro de 2015 at 10:00

    Tomo rivotril já faz 11anos. No momento 3 gotas. Tenho ansiedade generalizada e síndrome do pânico. Faço acompanhamento com o psiquiatra. Mais não consigo parar não…

    1. ELSA MARIA DAMASIO 28 de junho de 2016 at 19:50

      tomo rivotril e paroxetina a 12 anos, fiquei um ano sem dormir tinha medo de tudo, e graças a esses dois medicamentos voltei a viver, pois a minha vida não tinha sentido, até agora não gosto de sair de casa estar em agromeraçõa de pessoas, mas gostária de deixar de tomar esses medicamentos pois estou ficando muito esquecida, e tenho medo de ahaime.

  3. Abigail 1 de fevereiro de 2015 at 10:33

    Tomo Rivotril ,para tratamentos de transtorno , e insônia e ansiedade me sinto bem.

  4. maria auxiliadora silva 1 de fevereiro de 2015 at 10:34

    obrigado pela informaçoes,

  5. Molina Ribeiro 1 de fevereiro de 2015 at 16:59

    Tomo meio comprimido de Rivotril a noite e me sinto bem, durmo bem. Queria saber se o Rivotril engorda?

    1. Dr. Deyvis Rocha 2 de fevereiro de 2015 at 07:12

      Olá,

      Esta não é uma característica comum no Rivotril.

      Att,
      Deyvis

    2. Issao 20 de novembro de 2016 at 18:56

      Eu fiz o uso do rivotril 2 mg em altas doses a noite sem me consultar com um médico e parei por conta e a reação que estou sentindo é falta de ar,perda de apetite,tremores e muita insônia não estou conseguindo dormir .
      Lembrando estava ingerindo 3 comprimidos de 2 mg a noite por duas semanas e hoje faz 2 semanas e ando sentindo tudo isso .

  6. virginia lupinni 1 de fevereiro de 2015 at 18:10

    Olá Doutor,
    faço tratamento de depressão há 17 anos. No início comecei com o Olcadil, passei pela Fluoxitina, Tofranil, Tegretol e o Rivotril. O principal sintoma que tenho é a insônia…já fiz 3 polissonografias, inclusive a última na minha casa (para não sair do meu ambiente familiar). Os resultados eram os mesmos; “não entro na primeira do sono”.
    Como tive epilepsia na adolescência (estou com 56 anos) passei a fazer uso do Depakene e tomei também o Dormonid sem efeitos satisfatórios. Tomo 3 mg/noite junto com um comprimido de Dramim e às vezes não durmo e os antidepressivos Serenata e o Lamitor. Sinto que o Rivotril está me deixando com amnésia, penso em algo e no mesmo instante esqueço o que iria dizer ou fazer.
    Meu psiquiatra faleceu e não procurei outro. Lembro-me que ele me disse que iria fazer o desmane do Rivotril, mas não deu tempo para isso. Sou viciada no Rivotril…não vou prá cama sem ele.

    Grata pelos esclarecimentos na matéria.

    Abraços!

  7. Elizabeth 1 de fevereiro de 2015 at 21:08

    Já faço uso do Rivotril há mais de 10 anos, pois tenho serio problema de insonia.
    Mais na época que comecei a usar o Rivotril foi em decorrência de um depressão muito forte.
    Hoje faço uso além do rivotril 2 mg , também do Amitriptilina 25 mg.
    Quais os problemas que posso vir a ter em decorrência do uso desses remédios???

  8. Ana Lúcia de Cinque Furini 1 de fevereiro de 2015 at 23:43

    Tomo uma dosagem baixa de Rivotril (0,5mg) a noite, acompanhada de Topiramato, para insônia e ansiedade, além de 50mg de Dieloft pela manhã (sertralina), com acompanhamento psiquiátrico mensal . Os sintomas de ansiedade, depressão, insônia, irritabilidade, instabilidade de humor estão melhorando lentamente. Meu médico julga o Rivotril um remédio seguro pelo tempo de uso e todos os possíveis efeitos relatados. Confio nele e sigo rigorosamente suas orientações. Percebo, mesmo entre os leigos, meus amigos, uma certa demonização em relação ao medicamento. Acredito que a mídia deve ter lá seus interesses em tanta informação negativa… quem sabe não temos um novo medicamento para substituí-lo e com um valor de mercado muito mais atrativo? Saúde, infelizmente, também virou um negócio de muitos cifrões, o que é lamentável. Especialmente para nós, pacientes psiquiátricos, que ficamos fragilizados diante de alguns sintomas e somatizações.

  9. maria arlete teles tenorio rocha 2 de fevereiro de 2015 at 01:24

    tenho 37 anos, faço acompanhamento com psiquiatra no momento estou sendo medicada com pondera e Rivotril , os médicos que mim deram o seguinte diagnostico transtorno de ansiedade generalizada …..
    apesar desse s medicamentos não estou conseguindo ter uma vida ,acorda em horário para trabalhar,não tenho vontade de mim vestir com roupas e acessórios quando compro já penso na possibilidade de sair , mas na hora fico estranha nem eu mesma mim conheço, pois sempre fui vaidosa e gostava de sair. apenas compro e guardo, fica dentro da sacola. nada mim deixar feliz ou seja com vontade de viver o presente aguardo uma resposta.

  10. Rita roque 2 de fevereiro de 2015 at 09:11

    Sem comentários…parece um incentivo ao uso desta medicação QUE PODE E DEVE ser usado de maneira bastante criteriosa porque a dependência que causa a medicação e a retirada do mesmo é tão sofrida qto ao que motivou sua prescrição.

    1. Ricardo 29 de setembro de 2015 at 17:52

      citando: “…a dependência que causa a medicação e a retirada do mesmo é tão sofrida qto ao que motivou sua prescrição.”.

      Se era para escrever isso, poderia ficar de fato sem comentar.
      Inicia com “Sem comentários” e posta um comentário totalmente sem sentido como este.

      Nota-se que não tem a mínima noção quanto ao que pode motivar seu uso. Muitas pessoas não conseguem ter uma vida razoável sem medicação, seja qual for a medicação.
      Que tal falar para um diabético não injetar insulina pois poderá ficar o resto da vida dependente disso?
      Procure saber mais do assunto antes de comentar, para não afirmar o que não sabe.

  11. Melissa 2 de fevereiro de 2015 at 12:11

    Em tratamento há cerca de 15 anos, já tomei quase toda relação de drogas psiquiátricas possiveis, além de passar por mais de 10 psiquiatras. O maior problema de todos é a falta de conhecimento por parte dos médicos não psiquiatras que preservem psicotrópicos de forma errada e não tem o conhecimento suficiente para fazê-lo. Assim vemos pacientes com muitos efeitos colaterais que até pioram seu quadro é outros sem obter efeitos satisfatórios. Além disso o estigma e preconceito ainda da sociedade de procurar estes profissionais e tratamento dessa ordem; sem mensionar os familiares dos pacientes que necessitam deste tipo de tratamento.

    1. alexandre 25 de setembro de 2016 at 12:06

      Melissa quais os diagnósticos que vc teve ? Não sei se posso deixar meu zap: 83988834903

  12. maria jose ferro santiago 9 de fevereiro de 2015 at 15:32

    como parar de tomar diclozepam. dizem que temos de fazer o desmaman estou tentando tomo um quarto de noite e as vezes tenho que tomar um sexto pelamanhão difícil para com essa droga

  13. Valeria 23 de fevereiro de 2015 at 00:59

    Doutor:
    Tomo benzodiazepínicos há quase 20 anos e gostaria de saber se existe algum programa (ou clínica) para a retirada completa do medicamento aqui no Brasil. Faço tratamento para depressão (que vem de família), já tive síndrome do pânico, e tomava 3 mg de bromazepam por dia. Meu psiquiatra disse que pelo tempo que faço uso de benzodiazepínicos, seria melhor continuar com uma dosagem menor, mas desde que li a respeito dos efeitos do uso prolongado, como mal de Alzheimer e comprometimento da memória, fui diminuindo a quantidade que eu tomava até chegar a 1 mg de Rivotril por dia, mas simplesmente não tenho conseguido diminuir essa dosagem por causa dos sintomas de abstinência, mesmo intercalando os dias que eu tomo.
    Pesquisei então na Internet e descobri que existem programas para a retirada completa em outros países, mas não encontrei nada parecido aqui no Brasil. Meu primeiro psiquiatra também me desencorajou a fazer a retirada total e eu também não dei muita importância na época, mas agora realmente gostaria de parar de tomar esse tipo de medicação, e na verdade, não sei a quem recorrer.
    Site pesquisado:
    http://www.benzo.org.uk/index.htm
    Muito obrigada.

    1. Dr. Deyvis Rocha 24 de fevereiro de 2015 at 18:30

      Olá, Valéria,

      A verdade é que você pode realmente ser uma pessoa que precise tomar o Rivotril, do contrário, virá a ter crises de ansiedade – talvez as crises que você chama de abstinência sejam o retorno precoce de sintomas ansiosos, aqueles mesmos que fizeram com que os benzodiazepínicos lhe fossem prescritos.
      Não conheço nada parecido aqui no Brasil.
      De qualquer forma, o uso de benzodiazepínicos não conduz indelevelmente à demência. E a sua dose diária é bem baixa.

      Atentamente

      1. Roseli 6 de abril de 2016 at 16:22

        Dr tomo 0,5 ao deitar mas a nova medica quer retirar com a alegação que dá comprometimento de memoria.Ela receitou um antidepressivo mas arrumei um outro problema.Falta de orgasmo.A retirada do Rivotril é assim mesmo.Grata

  14. martha 9 de março de 2015 at 12:21

    Tenho transtorno boderline. Qual o tratamento correto?
    Uso rivotril e paroxetina.
    Bjs!

    1. Dr. Deyvis Rocha 9 de março de 2015 at 22:23

      Olá, Martha,

      A sua pergunta é muito ampla. Se você toma medicação psiquiátrica, deve ser porque um psiquiatra a prescreveu. Talvez ele possa esclarecer a sua dúvida.

  15. Julio Sergio K Guimarães 11 de março de 2015 at 11:58

    O que acontece se misturar rivotril com bebida alcoolica?

    1. Dr. Deyvis Rocha 11 de março de 2015 at 23:21

      Olá,

      Depende da quantidade que se mistura. Pode ocorrer muita sonolência e até mesmo a morte.

  16. Rodolfo Rodrigo 23 de março de 2015 at 23:04

    Olá! Fui diagnosticado pela psicóloga com transtorno de ansiedade, depressão, fobia e altos níveis de stress. Fui em dois médicos (clínicos) e um me receitou Cloridrato de Fluoxetina e outro, Rivotril. Estou com medo de tomar o Rivotril devido relatos de dependência. Lembrando que não passei por psiquiatra, o Sr. acha seguro tomar essas medicações, sendo que a primeira é pela manhã e a segunda à noite? Acha que devo antes de tudo procurar um Psiquiatra?

    1. Dr. Deyvis Rocha 25 de março de 2015 at 11:21

      Olá, Rodolfo,

      Se você está realmente com um transtorno de ansiedade, ambas as medicações podem ser eficazes. Como você não está seguro a respeito de tomá-los, e isso é bastante normal, eu sugiro sim que você vá a um psiquiatra, para que você possa ter certeza do diagnóstico, para que ele lhe diga se vale a pena ou não um tratamento medicamentoso e, se for o caso de usar a medicação, ele pode tirar qualquer dúvida que você tenha sobre os riscos dos remédios.

  17. Marcos Junior 24 de março de 2015 at 17:41

    Tem dias que eu tomo 40 gotas de Rivotril e mesmo assim não consigo dormir,o que devo fazer,pois tenho uma grande vontade de me libertar desse remédio.

    1. Dr. Deyvis Rocha 25 de março de 2015 at 11:18

      Olá, Marcos,

      Acho que você deve debater essa questão com o seu psiquiatra. Não é comum que as pessoas não durmam tomando a dose de Rivotril que você está tomando.
      De qualquer forma, é preciso que se verifique qual é, de fato, o problema que vem levando você a precisar de Rivotril para dormir.

  18. Ligiane Almeida 4 de abril de 2015 at 00:48

    Faço uso de rivotril a 5 anos e estou gravida de 6 meses nao consigui parar ,alguem pode me exclarecer os efeitos maleficos para meu bebe ,frisando que :minha psiquiatra nao e muito atenciosa só diz que é contra o uso.
    Grata

    1. Dr. Deyvis Rocha 5 de abril de 2015 at 21:52

      Olá, Ligiane,

      Eu não recomendaria que você utilizasse o Rivotril na sua gravidez. Não sei o que pode haver com você que a faz necessitar dessa medicação, mas, certamente, há outros recursos terapêuticos que teriam menos efeito sobre o bebê. Veja o que a sua psiquiatra recomendaria como tratamento, no lugar do Rivotril.

  19. Ney 30 de abril de 2015 at 11:26

    Mais de uma vez Neurologistas me prescreveram Rivotril para ansiedade generalizada. Fiz tratamento por mais de dois anos com Rivrotil gotas, 10 Gotas = 1mg, com ele, me sentia perfeitamente bem e não tive problema com desmame, fui diminuindo as gotas aos poucos e fiquei super bem. Com o passar do tempo minhas crises de Ansiedade e Pânico voltaram, desde então tenho passado por vários Psiquiatras e tenho usado diversos antidepressivos e nenhum tem sido eficaz, e muitos são efeitos colaterais, (que eu não tinha com Rivotril em baixa dosagem), e com nenhum dos antidepressivos eu me senti curado, sem contar o custo cheguei a pagar 300 reais em 28 comprimidos.
    Talvez, interesses comerciais estejam por trás de toda esta polêmica, cabe a nós pacientes com históricos de tratamentos, detalhar bem a situação aos médicos para que eles possam ajudar com melhores escolhas.

  20. Deise 29 de maio de 2015 at 23:11

    Boa noite Dr. tomou rivotril 2mg mais de 10 anos, estou grávida de 5 meses. Logo q descobri suspendi a medicação, lógico q isso voltou a minha insônia, mas dps de 15 dias sem tomar tiver uma crise abistinecia terrível e fui para no hospital, a minha obstetra na hora falou, o males que a falta do remédio está lhe fazendo está sendo pior que contra indicação do remédio, pq além de insônia, fico muito mal humorada, e sintomas de depressão,logo ela encaminhou para uma psiquiatra que me receitou setralina e neloptiu, com esses médicos até dormia, mal mais dormia, mas Sentia péssima, sem animo, sem curti minha gravidez, ai por conta própria voltei a tomar 1 mg e voltei a dormi, me animei, comecei curti minha gravidez, comuniquei minha obstetra, ela olhou meus morfológicos, e disse q tudo bem, tenho consulta nas próxima semana com a psiquiatra, tenho quase certeza q ela não vai me questionar, gostaria muito da sua opinião. Aguardando. Obrigada

  21. Maiane Costa 13 de julho de 2015 at 20:16

    Sou estudante do 8º período de Psicologia e estou de férias da faculdade, mas estou aproveitando o “tempo livre” para estudar. Estou fascinada com o conteúdo deste site! Muito bom. Linguagem clara, direta e acessível. Parabéns!

  22. sara cordeiro da silva 22 de julho de 2015 at 21:02

    meu caso é que venho tomando meio rivotril á noite p/ dormir e 3 citalopram de dia em dose única pelo psiquiatra, essas doses vem sendo aumentadas 1 citalopram por mes é por isso que estou no terceiro citalopram… percebi que quando tomo meio rivotril á noite p/ dormir e os 3 cita de dia fico um pouco esquecida como relatada no texto acima e quando tomo os 3 citá somente nâo fico esquecida…o que será ?

  23. adnna 5 de agosto de 2015 at 12:29

    eu gostaria de saber se rivotriu engorda e se posso toar subitramina e fluxetina 20mg

  24. adnna 5 de agosto de 2015 at 12:30

    gostaria de receber resposta por email

  25. Alba 6 de agosto de 2015 at 11:02

    Bom dia Dr. Deyves Rocha

    Agradeço as informações valiosas. Há 03 anos passei mal e procurei um cardiologista, o mesmo, após realizar exames me afirmou que tinha síndrome do pânico e me encaminhou a um psiquiatra. Depois disso, passei mal várias vezes e sempre procurava cardiologista, pois não entendia um transtorno psicológico sem motivo aparente. Enfim, um cardiologista me prescreveu procimax e Rivotril 0,25 nas crises. Logo após procurei um psiquiatra que não modificou a medicação e mandou eu desmamar com 08 meses. Fiz isso é neste período fiquei bem. Agora as crises voltaram, desconforto terrível no estômago, falta de apetite, perda de peso, tontura, tremedeiras, suor nas mãos … Incapacidade de resolver problemas simples, quando tomo o Rivotril 0,25 , só no momento da crise, tudo passa. Estou triste porque minha filhinha absorve tudo, não consigo disfarçar. Não tem profissional psiquiatra onde moro, o deslocamento é extremamente difícil. Desabafei. Fica com Deus e espero resolver meu problema algum dia.

  26. Raimundo 12 de agosto de 2015 at 23:32

    Olá doutora tomo clonazepam a 15 anos em tratamento tomando 2mg, só durmo se tomar e agora tenho que tomar em gotas, quantas será necessário par que eu possa tomar

  27. Rita de Cássia Santo Simões 15 de agosto de 2015 at 13:03

    Boa tarde, tomo citalopram há 1 ano e meio por ansiedade e panico e estou tomando há tres meses Cimby para tratar fibromialgia e espondiite anquilosante, gostaria de saber se corro o risco de dependencia ao parar, ou se devo tomar sempre… obrigada!

  28. Andrea 23 de agosto de 2015 at 21:15

    Tomo clonazepam 0,5 ha uns quatro anos, estou tentando parar, essa dosagem é possível deixar logo? E qual a melhor forma de conseguir?obrigada!

  29. Valéria 20 de setembro de 2015 at 12:03

    Dr.boa tarde! Tomo Rivotril de 2 mg há uns 10 anos por conta d uma síndrome do pânico . Além do Rivotril 1 /noite , tomava 3 comp de imipramina 25 mg pela manhã e 2 à noite , 1 comp de carbamazepina à noite e 2 comp d fluoxetina pela manhã . Tudo devidamente prescrito por minha psiquiatra. Faz quase 1 ano q parei de tomar a imipramina e carbamazepia por minha conta . Tomo o Rivotril e a fluoxetina . Percebi q nmeus reflexos melhoraram . Acontece q à alguns meses voltei a ingerir bebida alcólica quase todo final d semana . Não sinto nada d anormal acontecendo , somente o efeito normal do álcool , mas penso se esta associação poderá me causar algum dano daqui à pouco . A pisiquiatra não sabe q eliminei alguns medicamentos como mencionei e q estou tomando bebida alcolica . O q o Dr me orienta fazer??
    Att.

    1. Elaine 23 de novembro de 2015 at 22:44

      Ola amigos! Meu nome é Elaine. Tenho depressão e ansiedadegeneralizada tomo oxalato citalopram e Rivotril nas crises, meu psiquiatra me receitou carbamazepina, pois disse que devido as crises constantes nas ultimas semanas estaria ja viciada no rivotril e q precisava de algo mas potente. To com muito medo de iniciar carbamazepina! To tentando diminuir o rivotril cada dia q consigo ficar sem tomar pra mim já é uma vitória. Ao mesmo tempo estou perdida pq não tenho mais vida. Pó favor se alguém puder conversar a respeito ficarei muita grata, abç

  30. Gisele 5 de outubro de 2015 at 00:18

    Doutor, Boa Noite.
    Tenho depressao e ansiedade generalizada.Faco tratamento com psiquiatra, porem estou gravida de sete semanas e tive que parar com todos os medicamentos.
    Estou tendo varias crises fortes de ansiedade, praticamente o dia inteiro.
    Sao crises bem fortes e com bastante duracao.Me sinto desesperada sem o rivotril.Gostaria de uma opiniao sobre o que devo fazer.Os medicamentos que tomava antes eram venlafaxina 75 mg e rivotril 10 gotas.Quero uma opiniao, pois ja procurei meu ginecologista e meu psiquiatra e ambos suspenderam o uso.O psiquiatra no lugar da venlafaxina, passou o sertralina 50 mg.Estou tomando, mas ate agora nao vi melhoras nas crises.
    Gostaria de saber tb se existe outro benzo, que pode ser utilizado por gravidras no lugar do rivotril?Pois se houver, vou procurar por outro medico.Peco desesperadamente sua opiniao, pois as crises sao bem fortes e nao quero que meu bebe sofra!

  31. Otacilio Marques Lamas 6 de outubro de 2015 at 14:22

    Boa Tarde ;eu gostaria de saber se posso tomar rivotril durante o dia?

    ATT:Otacilio M. lamas

  32. Eunice 8 de outubro de 2015 at 17:49

    Fui fazer meu exame de moto, e passei mal, tive uma crise de pânico. Foi aí que procurei um neurologista . Ele me passou um tratamento de rivotril a noite e sertralina pela manhã. Quero saber se com esse tratamento eu consiguirei fazer meu exame e obter sucesso?
    E por quanto tempo preciso para terminar o tratamento ?

  33. Cristiane Soares 10 de outubro de 2015 at 18:04

    DOUTOR POR FAVOR RESPONDA, vou iniciar o tratamento com clonazepam muito em breve e fiquei muito assustada com os relatos de dependência e riscos com o uso acompanhado de bebidas alcoolicas , que por sinal eu adoro mas não tenho dependência,a psiquiatra e a enfermeira não falaram nada quanto a isso mesmo sabendo que eu bebo muito e com frequência (finais de semana com amigos). O que devo fazer? Não tomar simplesmente já que meus problemas pra dormir não são tão sérios?
    Não tomar nos dias de bebedeira? Conversar com a médica sobre como conciliar?

  34. Jéssica Dayana 14 de outubro de 2015 at 01:07

    Olá!
    Meu namorado tem dependência à Rivotril e está fazendo acompanhamento psiquiátrico para diminuir a dosagem, gostaria de saber se é possível ele deixar de usar o remédio ou ele sempre terá que ficar tomando mesmo em dosagens mínimas.
    Gostaria muito que me respondesse Doutor, estou bastante preocupada e seu site foi o mais completo que encontrei sobre o assunto.
    Desde já agradeço a atenção.

    Cordialmente,

    Jéssica Dayana

  35. PATRICIA BAYMA 14 de outubro de 2015 at 14:56

    COMO VAI DR. DEYVIS ? HOJE TENHO 52 ANOS E FAÇO USO DE ANTIDEPRESSIVOS COMO 150MG DE AMYTRIL À NOITE , PQ AOS 21 ANOS FUI DIAGNOSTICADA POR CEFALÉIA CRÕNICA DIÁRIA , QD JÁ DESDE OS 5 ANOS DE IDADE A ENXAQUECA JÁ ME ACORDAVA. JÁ PASSEI POR VÁRIOS TIPOS DE TRATAMENTOS DE DOR E POR VÁRIOS NEUROLOGISTAS . FAÇO USO TB. DO RIVOTRIL HÁ 10 ANOS . TOMO PELA MANHÃ 4 MG COM CEFALIUM , O QUE ME GARANTE A SÓ DOIS PICOS DE DOR AO DIA , AO ACORDAR E NA METADE DA MANHÃ QG. TOMO NARAMIG COM TYLENOL DC , PQ O SUMAX NÃO ADIANTOU , CAUSAVA O EFEITO REBOTE E O TOPAMAX ME DAVA UMA INCOMÔDA CEFALÉIA. SIM TENHO PEQUENOS LAPSOS DE MEMÓRIA , QUE DEPOIS EU LEMBRO O QUE QUERIA LEMBRAR NA OCASIÃO DO ESQUECIMENTO. O PROBLEMA É QUE MINHA FILHA LEU UMA REPORTAGEM SOBRE O RIVOTRIL CAUSAR ALZHEIMER E ESTÁ NO MEU PÉ PARA PARAR , ESTOU TOMANDO SÓ 1 MAS A DOR DE CABEÇA FICA QUERENDO DOER O DIA TODO . AINDA VOU À MINHA NEURO QUE GOSTO MUITO , MAS SEI QUE ELA FICARÁ DO MEU LADO . GOSTEI MT. DO SEU ESTUDO , MAS GOSTARIA DE UMA OPINIÃO DO SR SE CORRO MESMO O RISCO DA DEMÊNCIA ? GRATA. PATRÍCIA BAYMA.

  36. Roberto colaco 1 de novembro de 2015 at 11:26

    Olá pessoal , usei Rivotril por uns 8 anos
    Foi receitado por um médico para tratamento de um zumbido que infelizmente ainda o tenho
    Demorei um ano para parar de tomar essas droga !!
    Se você quer parar você para !! Mas segue um conselho , vai diminuindo aos poucos , pelo menos eu fiz assim é deu certo
    Não sinto falta disso mais
    Leiam artigos sobre saúde quantim , ACrédito se não fosse por isso não teria conseguido largar

    Abraço

  37. Dalva 2 de novembro de 2015 at 15:21

    Pelo amor de Deus…parem de tomar Rivotril . Hoje tenho problema na visao que nenhum oftalmologista consegue curar. Tudo graças ao Rivotril. E outros ee outros. Não consigo deixar. Que faco meu Deus???

  38. Roberto de Paula 10 de novembro de 2015 at 02:26

    Faço tratamento há 14 anos (hj nem a quarta médica ainda definiu-me e conclui por TAG com depressão leve a moderada)….já passei por inúmeros antidepressivos, sempre juntos com Rivotril…….o engraçado é que quanto mais remédio me é prescrito/trocado, outros problemas aparecem (nunca tive problemas em engolir/alimentar-me, hj está sendo a pior coisa o fazer desde 2009 pra cá, mas piorou nos dois últimos anos)…trouxe problemas outros….hj usando rivotril/exodus/valdoxan (o último foi um dos melhorzinhos, junto com a sertralina)….sem contar no problema do sono….estou afastado do trabalho há mais de 4 anos. Pior agora q nem consigo engolir os comprimidos, a sorte q o rivotril e o exodus existem líquidos; apenas pra constar, faço uso tbm de muita neosaldina pra conter as dores de cabeça q tenho e me parece uma falta de oxigenação cerebral (como se fosse creio eu)……engraçado q nunca me indicaram um exame cerebral ou consulta com neurologista…..creio q merecia para corroborar com o tratamento….Em tempo: usando de 40 a 60 gotas dia……35 gotas neosaldina e 1 valdoxan….posso ter algum problema grave com essas dosagens doutor??!

  39. Roberto de Paula 10 de novembro de 2015 at 02:33

    Em tempo: tenho 42 anos e as dosagens são as máximas no rivotril….minha mãe sempre usou diazepan/outros (histórico de loucura e problemas sistema nerv central na família) teve dois AVC’s isquêmicos com 55 anos….mexeu somente com a consciência (incapaz pros atos da vida civil). Grato!

  40. Lurdes Carmo da Silva 13 de novembro de 2015 at 00:09

    Olá Dr.Deyvis Rocha,estou tomando imipramida 25mg à noite e rivotril 2,5mg dia gotas à tres meses,já tentei parar com o rivotril de varias maneiras e tomar só o imipramina mas não consigo os médicos diagnosticaram sindrome do pânico,bem no começo das crises tomava Amitiptrilina que o clinico passou,mas não conseguia controlar as crises,voltei no pronto socorro e os medicos me passaram os ultimos.
    Fui em um psiquiatra e ele me passou Pristip e um outro para dormir,comprei os remédios e acabei não tomando por medo de mudar e ter lido a bula…comecei à fazer psicoterapia…por favor me de uma orientação!
    Grata!

  41. Lurdes Carmo da Silva 13 de novembro de 2015 at 00:11

    Olá Dr.Deyvis Rocha,estou tomando imipramina 25mg à noite e rivotril 2,5mg dia gotas à tres meses,já tentei parar com o rivotril de varias maneiras e tomar só o imipramina mas não consigo os médicos diagnosticaram sindrome do pânico,bem no começo das crises tomava Amitiptrilina que o clinico passou,mas não conseguia controlar as crises,voltei no pronto socorro e os medicos me passaram os ultimos.
    Fui em um psiquiatra e ele me passou Pristip e um outro para dormir,comprei os remédios e acabei não tomando por medo de mudar e ter lido a bula…comecei à fazer psicoterapia…por favor me de uma orientação!
    Grata!

  42. Margarida 14 de novembro de 2015 at 19:53

    Nos últimos meses sinto-me triste,confusa,com um filho de 13 anos com depressão e ansiedade.Acho que não estou sabendo lidar com tudo isso,pois já estava mal,achando meu casamento morno demais.As coisas foram piorando e hoje não tenho concentração no trabalho e faço muita força para que meu filho não perceba.Porém ele acha que há algo errado comigo.Não tenho ânimo nem para cuidar de mim.Desânimo total.O que devo fazer?

  43. jacques antonio 16 de novembro de 2015 at 15:59

    tomo 10 gotas de clonazepam só para dormi de dia porque trabalho a noite porque sem ele durmo em torno de 2 ate 3 horas tem algum problema

  44. roberta 11 de dezembro de 2015 at 20:51

    ola! minha amiga tomou um vidro de rivotril da minha mae, e ja tem 2 dias e ala ainda esta com esquecimento, tontura e falando coisa com coisa ele desmaiava toda hora isso e normal? quantos dias esse remedio fica no organismo de uma pessoa que tomou um vidro todo? pfv me ajudem urgente obg

  45. renata 12 de dezembro de 2015 at 23:10

    Já tive problemas com mioclonia do sono desde 1994. Parei totalmente com o rivotril em 2004, mas agora em 2015 começou o problema novamente do nada, consultei o médico, reparto o comprido em 4 partes, tomo um dia sim 3 não, durmo bem,6 horas contínuas, mas tenho medo de ficar dependente outra vez. Tem algum problema se continuar assim? Tenho 46 anos!

  46. Anibal 16 de dezembro de 2015 at 18:08

    Rivotril não é o tratamento principal, é um coadjuvante. Se quiser saber se você problema , procure um psiquiatra e cuidado com o Rivotril. Este medicamento pode causar dependência sim. A melhor forma de se tirar o medicamento é aguentando a abstinência lentamente. Por exemplo, 20 gotas na primeira semana, 19 na 2a., 18 na 3a. e assim por diante. Quanto mais próximo de zero, você deverá aumentar o tempo, pois a redução vai ficando muito grande, 20 para 19 é menor que 3 para 2 gotas.

  47. Mariluciene dias Gomes 25 de dezembro de 2015 at 15:28

    Eu tomo setralina e algum tempo comecei Toma o revotril mas comecei a ficar mas nervosa e co perda de memória e sem concentração e normal, será que fiz certo para? Me responda por favor.fiquei começo de fica sem memoria

  48. Joao 29 de dezembro de 2015 at 21:29

    Tomo rivotril e sertralina a 5 anos ja tentei parar 3 vezes. V tentar novamento. Me sinto 1 bolha flutuando.Deus tudo pode!

  49. Henrique Cesar Rodrigues da Rocha 31 de dezembro de 2015 at 21:49

    O problema não é tomar rivotril, o problema é o uso desta medicação fora da dosagem necessária para controlar os sintomas dos problemas. Vou dizer-lhe um segredo que aprendi com uso prolongado do rivotril, pois já tive três internações por problemas por taquicardia e de tanto procurar entender meu problema cheguei a uma conclusão final que nao existe cura definitiva para ansiedade, o que pode ser feito é atenuar seus efeitos, procurando você mesmo dosar a sua medicação, usando o mínimo, mas suficiente para controlar os sintomas. Hoje tomo apenas 0,5 mg pela manhã, não a noite, com essa dosagem fico mal em algumas horas do dia (2 horas) enquanto o remédio surti efeito, e fico legal o resto do dia. Para evitar tolerância, de 45 em 45 dias reduzo a dosagem pela metade durante 4 dias, e então volto para dosagem anterior. Outra coisa, não misture medicação, se tem ansiedade 3 depressão, procure terapia para desabafar com um psicologo, evite estresse e faça yoga em sua casa mesmo, pois parar um pouco durante alguns minutos do dia, relaxar, pensar em coisas boas ou no nada é bastante construtivo para qualidade de vida. Veja as coisas como elas são, não tenha medo de viver, todos nós iremos morrer algum dia, não vai ser o consumo de rivotril de forma moderada que vai abreviar os dias de quem quer que seja. Procure um bom amigo para dividir suas angustias diaria e seja feliz!

  50. Marcos 3 de janeiro de 2016 at 09:09

    Olá bom dia
    Minha esposa toma rivotril a uns 10 anos
    Mas eu nunca quis saber a respeito desse medicamento
    Ela dorme muito nunca vi nada igual e isso está atrapalhando em muito nosso relacionamento e outro dia fiquei prestando atenção e ela tomou 45 gotas de rivotril e no outro dia a mesma coisa e assim por diante
    Resolvi pesquisar ela toma rivotril de 5mg e vi quê o correto é a apenas 5 horas
    Fiquei muito triste e decepcionado com isso
    Minha esposa não consegue prestar atenção no quê eu falo ,se guardar alguma coisa esquece ,temos uma loja de fotos somos fotógrafos e ela não está mais em condições de atender os clientes e agora descobri quê é por causa do uso exagerado desda droga ela está totalmente viciada agora não sei o quê fazer
    Muito triste isso

  51. Gabrielly 5 de janeiro de 2016 at 23:36

    Olá,
    Eu tenho uma amiga que quer cometer suicídio tomando esse remédio, isso é possível ? Ou somente ela vai ter algum efeito colateral? Quais?
    Obrigada.

  52. Lela 10 de janeiro de 2016 at 00:59

    Olá, Dr. Deyves Rocha!
    Tenho 18 anos, e comecei a sentir os sintomas da síndrome do pânico aos 16.
    No início, eu tinha crise a cada 2 ou 3 meses. Mas, cheguei a um ponto que não consigo sair de casa sem tomar o Rivotril, sem estar acompanhada ou com ele na bolsa. Tenho crise praticanente todos os dias. E isso está me afetando bastante, tanto na vida pessoal, como nos estudos. Eu sou muito jovem para me preocupar com isso. Gostaria de saber se poderia me indicar algum tratamento , um médico específico ou algum remédio que não seja tão forte, como o rivotril.
    Agradeço desde já!

    1. Lela 10 de janeiro de 2016 at 01:00

      Praticamente*

  53. Diego Ribeiro 16 de janeiro de 2016 at 19:43

    Ola tomo rivoltril em gotas , tive sindrome do panico aos 17 anos ,consegui para de roma os remedios aos 18, hoje estou com 28 tive uma recaida aos 25 e de la pra ca tomo o rivoltril mais o pats sl 5 ml , são 10 gotas no maximo 12 e consigo dormi…eu gostaria de saber se vc sabe o efeito ao decorrer do tempo,

  54. eeduarda 20 de janeiro de 2016 at 19:17

    Dr.boa noite .tomo rivotril 2mg a quase 2 meses para dormir mas durmo poucas horas ,descobri que nao posso tomar antideperssivos pode me explicar razao o psiquiatra nao sabe a razao nao sei o que fazer pode me ajudar .o meu probolema e nao canseguir dormir obrigada .
    .

  55. OSNEI PARADELLA 26 de janeiro de 2016 at 19:12

    DOUTOR…PODERIA COLOCAR UMA TABELA EM SEU SITE DE CONVERSÃO DE DOSAGEM POR GOTAS ???

    ABRAÇOS E OBRIGADO

  56. Sandro 5 de fevereiro de 2016 at 16:14

    Tb tomo rivotril para tag, FLUOXETINA ja me ajudou muito, mas hj nao faz mais efeito. Ta tomei lexapro, citalopram, sertralina, paroxetina, amitriptilina, nortriptilina, clomipramina, cymbalta, venlift, pristiq, carbamazepina, oxcarbamazepina, lamotrigina, depakene, lyrica e gababanpetina. ( todos inafetivos e tomei por tempo recomendado para ter inicio de ação, a famosa esperar 4 semanas, mas nada ajudou.
    Tb passei por varios antipsicoticos atipicos , nada ajudou, me fez parecer um zombie.
    Tentando retirar o rivotril , fiquei muito mal, (redução gradual em doses),nao acredito q seja dependencia mais sim, ao reduzir a dose a crise de tag m pegou mais forte. Ou seja nao acredito q ele seja o vilao, o tag ta em mim, o rivotril apenas controla.

  57. Sandro 5 de fevereiro de 2016 at 16:15

    Muitas pessoas precisam dele, no meu caso foi passado pelo psiquiatra. Minha dose é entre 0,5 e 1mg no maximo.

  58. Sandro 5 de fevereiro de 2016 at 16:17

    Infelizmente eu gostaria que um antidepressivo controlasse o tag, minha medica me disse que nao gosta de rivotril a longo prazo, mas cada pessoa responde diferente e as x nao da pra evitar.

  59. Silvia helena 5 de fevereiro de 2016 at 21:38

    tomei fluxetina por 15 anos e não estava mais fazendo efeito com minha crises de ansiedade e pânico ,,fui diminuindo aos poucos até parar e comecei a tomar fitoterápicos Sedatiff e Homeopax mas tive uma crise forte de ansiedade com muita taquicardia e o médico plantonista me receitou Rivotril .estou tomando 1/3 de comprimido de 2mg, a noite durmo bem mas fico muito lenta e nervosa durante o dia. isso é normal?

  60. Maria Aparecida Cardoso 7 de fevereiro de 2016 at 18:32

    Faço uso do Rivotril há mais de 10 anos,quem me receitou foi o neurologista por causa de labirintite e realmente resolve o problema e tenho depressão também,mas quando me foi receitado eu ainda não tinha depressão,gostaria de saber se ele cura ansiedade mesmo,porque sou muito ansiosa e se ele causa demência tomado durante muito tempo assim.

  61. Diego Antunes 9 de fevereiro de 2016 at 23:22

    Olá, tenho 26 anos de idade e sofro de ansiedade, estou tendo crises quase todos os dias, e por conta própria estou tomando 1/4 do clanezapam, quando tenho crises, meu coração acelera, minha pressão aumenta, não consigo ficar quieto, minhas mãos encharcam de suor, quando sinto essas crises eu tomo 1/4 do comprimido e tudo passa em 10 minutos, meus batimentos voltam ao normal, minha pressão diminui, meu corpo para de tremer, tenho clínico marcado para o dia 17 deste mês, vou pedir para ele me receitar o clonazepan pois é o único que que resolve quando estou com essas crises, já tentei tomar Passiflorã, remédios fitoterapico e nada deu certo … Gostaria de saber se este 1/4 que tomo do remédio pode me causar dependência … Não tomo todos os dias … somente quando a crise de ansiedade vem forte e não consigo controlar.

  62. wilma oliveira 12 de fevereiro de 2016 at 18:53

    Tenho sofrido muito por fazer uso de Clanazepam, parece que me veem como drogada.
    Eu queria parar de tomar, tentei mas tive várias reações horríveis.
    Faço uso a 16 anos, e já perguntei a vários médicos como faço, mas alguns me dizem que tenho que fazer uma desintoxicação, como é isso. Outros já me falaram que vou perder totalmente a memória.Fico desesperada..me sinto muito mal.

  63. Jordania 30 de março de 2016 at 12:27

    Bem, a algum tempo atrás procurei um psicologo onde por seis meses me acompanhou através de sessões pessoais e em grupo. Ele me diagnosticou com depressão. Devido ao fim do meu plano de saúde (pois fiquei desempregada) não pude continuar o tratamento. Muita coisa aconteceu naquele ano como rompimento amoroso, desemprego entre outros, foi uma fase ruim mas eu sobrevivi. Dois anos depois comecei a trabalhar em banco e o trabalho ficou puxado, eu era terceirizada. Após quatro anos na função desenvolvi umas dores no trapézio, não conseguia mais dormi, nem sonhar sonhava mais. Procurei um neuro cirurgião que inresponsávelmente me disse que eu tinha “cinco hérnias de disco” e que precisava de infiltrações. Me indicaram um neurocirurgião de renome que logo que me viu, fez uma consulta minuciosa, descobriu minha hipertensão (depois procurei um cardiologista que confirmou) e que após escutar todo o meu histórico disse que meu problema era estresse seguido de uma depressão mau curada. Receitando o Pondera que foi substituído pelo genérico cloridrato de paroxetina (pondera é muito caro), e o libitrol pois eu não dormia bem. Nunca mais senti as dores e voltei a dormi e até a sonhar..rs! E minhas enxaquecas não são mais mensais. Ontem voltei a consulta com ele, após seis meses de iniciado o tratamento. Reclamei que o libitrol não estava fazendo o efeito pois o sono agora estava chegando pela manhã e me foi receitado o Rivitrol de 0,5. Sei que deveria procurar um psiquiatra pois meu pai tem problemas depressivos e eu também mas o plano da nova empresa ainda não cobre. Enfim, questionei o médico sobre a dependência e a resposta que ele me deu foi que eu tomava remédio por necessidade e não por prazer como os viciados em drogas. Diante de todo o relato, hoje posso dizer, agora eu tenho qualidade de vida.

  64. Antonio 30 de março de 2016 at 15:45

    O médico prescreveu 10 gotas do clonazepam se ingerir umas 40 oq acontece

  65. BMA 1 de abril de 2016 at 03:21

    Durante algum tempo, Rivotril tratou bem minha dor neuropática de fibras amielínicas. Poucos médicos entendiam que rivotril é análogo de receptores gabaérgicos, que deprimem o sistema nervoso e bloqueiam os impulsos nervosos do sistema nervoso periférico, receptores GABA A. Não à toa, umas das aplicações é o tratamento da Síndrome da Boca Ardente. Enquanto um paciente precisa tomar caixas de Pregabalina para controlar dor, eu ingeria 1mg e tinha uma sedação eficiente.

  66. Rosilene Lira 5 de abril de 2016 at 07:28

    Gostei muito dos esclarecimentos do Drº Deyvis Rocha.
    São de grande valia para todos nós que necessitamos fazer uso de tais medicamentos.
    Obrigada.

  67. Marta 5 de abril de 2016 at 15:19

    Prezado (a),
    tenho problema sério para dormir, na verdade eu tenho sono até uma certa hora, depois me acordo e aí começa a insônia, geralmente levanto pra fazer xixi e depois é que vem o problema: conseguir continuar o sono. Isso geralmente é em torno de 03h00/04h00 da madrugada. Tenho medo de tomar algum tipo de medicação e ficar dependente. O que posso fazer?

  68. Misley cruz 8 de abril de 2016 at 02:06

    Olá Dr. Sou uma moça de 23 anos, tomo rivotril desde que tinha uns 16 anos tudo porque eu sempre fui estudiosa mas muito tímida comecei a sofrer com umas provas de escola e até para lidar com outras pessoas sofri insônia e ansiedade mas comecei a tomar rivotril e me senti perfeitamente bem tudo mudou, mas eu até então não Sei porque ainda tomo pois os médicos que passo querem q eu pare de tomar dizem que é um remédio de gente q tem esquizofrenia e fora outros tipos de preconceitos contra o remédio. Bom eu não consigo parar tomo um comprimido por dia 2 miligramas, Eu ja fiquei sem ele um mês e fiquei muito mal não conseguia sair de casa com medo de cair vergonha enfim muitos sintomas e quando ele voltou nos órgãos públicos eu peguei e quando tomei me senti relaxada de volta a vida. Eu não sei oque fazer para convencer esses médicos cabeça de pedra que ele não me faz mal. Outra eu não acredito que se eu parar de tomar eu vou voltar a ser a misley de antes. Abraço!

  69. JOSÉ RAIMUNDO 10 de abril de 2016 at 07:41

    BOM DIA DOUTOR TOMO RIVOTRIL A UM ANO MAIS NÃO TODOS OS DIAS GERALMENTE EM TRÊS EM TRÊS DIAS PARA DORMIR, QUERO SABER SE ESSE REMÉDIO AFETA O APETITE SEXUAL. MUITO OBRIGADO.

  70. IVONE APARECIDA DE OLIVEIRA 10 de abril de 2016 at 20:04

    Olá, Doutor. Tomo Rivotril devido á dor forte que tenho na coluna cervical e nenhum outro medicamento consegue sanar á forte dor. Atualmente o médico me passou para depressão Cloridrato de Amitriptilina 25 mg 5 vezes ao dia. E também faço uso de marevan devido a duas tromboses venosas e um tromboembolismo pulmonar . Ainda não tomei o remédio pois estou com medo de possíveis efeitos colaterais. Tomava o Citalopram , mais tem mais de 14 anos, parece que não faz mais efeito,como fazia. antes. Tomo remédio de pressão alta, remédio para o estomago. Tem alguma contra indicação? Muito obrigada.

  71. IVONE APARECIDA DE OLIVEIRA 10 de abril de 2016 at 20:05

    Aguardo uma resposta. Muito obrigada.

  72. Rosi 11 de abril de 2016 at 15:31

    Tomo 1rivotril a noite sou muito ansiosa e tenho tido petda de parentes proximos chorava muito e nao dormia .mas o rivotril fazia um efeito de dormir melhor agora tomo fico tranquila mas nao durmo muito,durno pouco.mas consigo ficar sem e dormir…so quando acontece algo q fico irritada tenho qvtomar

  73. Renato Bastos 14 de abril de 2016 at 12:33

    Dotor pesso muito a sua ajuda, eu tive uma síndrome do pânico e a psiquiatra me restou rivotril em caso de crise, e setralina 1 pela manhã todos os dias , e para a noite ela me passou
    Sefalium diazepan, mais eu sinto que estou ficando com amnésia o que devo fazer

  74. Edna Costa de Oliveira 15 de abril de 2016 at 15:57

    tomo rivotril a quase 15 anos, minha vida e muito cansativa e nao consigo dormir sem esse remedio. tenho 52 anos e muita preocupaçao familiar. gostaria de parar de tomar esse remedio. o que faço?

    1. Edna Costa de Oliveira 15 de abril de 2016 at 15:59

      me responda Doutor. por favor

  75. Luciana borges 17 de abril de 2016 at 19:06

    Oi tive crise d anciedade cm sindrome do panico,e com dores causadas pela sindrome ,m receitaram 0,5mg p tomar.e tomo demanha ,só que passo o dia td sonolenta e meio zem faz 3 dias ja q estou tomando.isso e normal ou seria melhor tomar a noite?mas tomo fluoxetina pela manha,0,20mg.gostaria que me esclarecesse,obrigada.

    1. Luciana borges 17 de abril de 2016 at 19:07

      Desculp nao expliquei certo é o rivotril q tomo 0,5mg.

  76. Rosana 19 de abril de 2016 at 20:44

    Olá, Dr tomei 42 gotas do remédio do meu avô rivotril não li então achei k era dipirona gota, oq fazer?

  77. Virgilio 27 de abril de 2016 at 17:44

    Dr. Segundo meu medico disse que tenho ansiedade generalizada, por isso me receitou esse remédio Rivotril 2mg já faz cinco anos que tomo este remédio um comprimido a noite já me sinto dependente se eu não tomar o rivotrl não consigo dormir,como posso
    pará com essa droga?…

  78. Pulo Diniz 29 de abril de 2016 at 12:43

    Dr só tomo 01 comprimido de 0,25mg 01 vez por semana por estresse e um pouco de ansiedade, faço isso há cerca de 4 anos. acho que não é dependencia pois só tomo quanto estou muito estressado

  79. Pulo Diniz 29 de abril de 2016 at 12:45

    Dr só tomo 01 comprimido de 0,25mg 01 vez por semana por estresse e um pouco de ansiedade, faço isso há cerca de 4 anos. acho que não é dependencia pois só tomo quanto estou muito estressado. qual a sua importante opinião ?

    1. Pulo Diniz 29 de abril de 2016 at 12:46

      esqueci de dizer que é o rivotril 0,25 mg

  80. João marcos 30 de abril de 2016 at 00:57

    Tenho síndrome do pânico e meu psiquiatra me recomendou o Clonazepam.
    Quanto tempo devo tomar. Qual o tempo de tratamento do Síndrome do pânico e como parar de tomar ele????

  81. Thaise rocha 17 de maio de 2016 at 22:54

    Olá, Dr Deyvis Rocha. Há alguns anos atrás minha mão, principalmente iniciou com uns tremores quando estava em situação de stress..fui diagnosticada com tremor essencial. Os neurologistas dizem que exacerbam assim, pois sou ansiosa e sofro por antecipação. A neurologista passou pra mim: propranolol 10 MG e rivotril de 0,25 mg, todos 1x ao dia. Tenho medo de ficar dependente desta última medicação. Qual a sua opinião? Obrigada!

  82. Benedito A. Pereira 19 de maio de 2016 at 23:06

    Estou com 68 anos de idade. Tomei 1 mg de Rivotril e 12,5 mg de Donaren durante 20 anos, para síndrome de pernas inquietas e um quadro de depressão, respectivamente, sempre sob supervisão de um neurologista. Nunca havia sentido nenhum dos sintomas que têm sido citados como decorrentes do uso prolongado de Rivotril; pelo contrário, sentia-me livre dos sintomas das duas doenças, acordava bem e passava o dia disposto e feliz da vida. Tudo mudou quando passei a morar em outra cidade e, influenciado pelos discursos contra o Rivotril, pedi ao meu novo médico para substituir os dois remédios por outro(s) produto(s). Fiz a retirada de forma gradativa, conforme o plano traçado por ele. A retirada do Donaren foi fácil. A do Rivotril, não, pois os antigos sintomas voltaram, com mais intensidade; passei a dormir muito mal; passei a ter ansiedade generalizada; e, para controlar tudo isso, hoje estou tomando quatro remédios todos os dias: Stabil, Stilnox, Oxalato de Escitalopram e um outro. Substitui dois remédios por quatro, bem mais caros, sem voltar a me sentir como antes. Agora estou decidido a pedir ao meu médico para reconsiderar a decisão que tomamos.

  83. Margarete 25 de maio de 2016 at 20:24

    A consequencia de uma ansiedade generalizada, perdi 15 quilos em um mês.Eu tinha medo de tudo, era insuportável cviver assim, deixei de me alimentar, aos poucos fui reduzindo as atividades, até que notaram que eu me cansava com mínimo de esforço.
    Enfim, sofri por meses, saem condições de uma terapia adequada, hoje tenho horror só em passar perto de hospital, mas consigo trabalhar e muito bem, graças ao Rivotril.Infelizmente se causa demência, nem quero saber, mas tenho agora uma qualidade de vida melhor.

  84. Mara 7 de junho de 2016 at 23:41

    Iniciei meu tratamento com rivotril a um mês, faço acompanhamento com o psiquiatra qu me receitou, estou me sentindo muito bem até o momento, consigo dormir e sair, pois tenho fobia social e insonia. Ainda tenho medo da dependencia e tem muitas pessoas dizendo pra mim parar de tomar o remédio, por que sou nova demais pra isso (tenho 24 anos) estou com essa duvida se paro o tratamento e vou só ao psicólogo?

  85. VERONI KLEIN SOARES 12 de junho de 2016 at 20:02

    TENHO DEPRESSÃO FAZ 14 ANOS PERDI MUITO PESO COMECEI COM AMITRIPTILINA GANHEI PESO E VOLTEI A DORMIR MAS POR POUCO TEMPO A DOSAGEM FOI AUMENTANDO E O SONO NÃO VINHA MEU MEDICO INCLUIU RIVOTRIL FUNCIONOU POR ALGUM TEMPO MAS QUASE NÃO DURMO MAIS NEM COM ALTAS DOSES TAMBEM FOI TENTADO ACERTRALINA FLUXETINA E NADA RESOLVE TENHO PANICO DE SAIR DE CASA OU IR A UMA FESTA MEU UNICO DESEJOEFICAR NO QUARTO ESCURO O QUE FAÇO?

  86. Mirian 15 de junho de 2016 at 21:11

    Olá, gostaria de saber pq a maioria da classe médica fala tão mal do rivotril, poderia me esclarecer sobre isso por favor. ?

  87. Ana 22 de junho de 2016 at 01:17

    Tomo rivotril ha 2 anos, 5 gotas, mas n me faz dormir…so fico tranquila, faço todas as minhas atividades diárias. Tenho insônia e consigo dormir em média 4 a 5 horas direto se aumento a dose para 20 gotas. Ja usei fluoxetina mas sentia coração acelerado e n parecia fazer nenhum efeito ansiolitico.
    Obs: faço acompanhamento médico

  88. LU 26 de junho de 2016 at 17:47

    OLÁ DR.! VEJO UMA BUSCA INCESSANTE PARA “DESMAMAR” O RIVOTRIL! EU FAÇO USO DESSE MEDICAMENTO HÁ QUASE 10 ANOS E NÃO TENHO A MENOR PRETENSÃO DE DEIXAR DE USAR. NO AUGE DO MEU SURTO FIZ ASSOCIAÇÃO COM OUTROS MEDICAMENTOS E HOJE ELE FAZ PARTE DAS MINHAS MEDICAÇÕES DE USO CONTINUO. SÃO 8 GOTAS À NOITE QUE ME FAZEM MUITO BEM! SÓ EU SEI O BENEFÍCIO QUE ESSE REMÉDIO ME PROPORCIONOU E PROPORCIONA ATÉ HOJE. ELE JÁ NÃO ME CAUSA SONOLÊNCIA MAS CONTINUA CONTROLANDO MINHA ANSIEDADE (NÃO GOSTO NEM DE LEMBRAR). ACHO QUE NÃO DEVO SOFRER PARA TIRAR POR UMA MEDICAÇÃO QUE ME FAZ BEM! JÁ TENHO MOTIVOS DEMAIS PARA ISSO E SE NÃO FOSSE O RIVOTRIL NÃO SEI O QUE SERIA DE MIM HOJE.

  89. Luiz Henrique Arantes Oliveira 28 de junho de 2016 at 21:22

    Sofro de stress, muito stress, o dia todo! qualquer coisa me irrita, e me irrita muito.. um amigo me indicou o uso de clonazepam 2,5mg pelo menos duas vezes por dia para tentar controlar esse stress, pode ser bom?

  90. Julio César Andrade 29 de junho de 2016 at 04:50

    Dr. Tomo rivotril há aproximadamente 1 ano , na dosagem de 2mg a noite antes de dormir , porém tenho percebido que o medicamento já não tem feito mas o mesmo efeito de antes, ou seja eu tomoplata devido a insônia e ansiedade, e continuo perdendo o sono na madrugada e voltei a perder a concentração no trabalho devido a ansiedade, é normal isso acontecer? O organismo pode estar não rescondendo mais ao medicamento?

    Julio Andrade. M. G.

  91. Inácio 3 de julho de 2016 at 09:25

    Eu Tomo Rivotril desde de 2009 cuja uma depressão começou devido ter sido suspenso do trabalho por 5 dias devido um erro no meu serviço.Comecei com 0,5mg, com 20 mg de fluoxetina, daí pra frente a cada tentativa de parar o remédio mais ansioso eu ficava.
    O médico aumentou a dose pra 1mg ao dia e hoje 2016, tomo 1 lamotrigina 100mg, e 3 rivotril por dia fiz um teste esta semana de tomar antes do almoço,as 13:30h é o que me tira a ansiedade e me faz comer, e a noite da sexta fui dormir as 22h após 10 horas sem tomar o rivotril já não consegui pegar no sono, e tirava um cochilo de 1 em 1 hora e me acordava.Ou seja que a metabolização do remédio em meu organismo não durou nem 12 horas, do sábado para o domingo já não me alimentei bem, e mais não preguei o olho a noite inteira, há ponto de não conseguir ficar na cama, os olhos lacrimejavam de sono, porem não dormi, hoje domingo as 6:30 da manhã já me sinto com todos os sintomas da depressão mesmo tomando o lamotrigina de 100mg pela madrugada, sudorese, tremores, angustia, fraqueza, e ansiedade muito forte, ou seja em 39:00 horas sem o rivotril me sinto do mesmo jeito de que quando comecei o tratamento em 2009, não diz que o efeito do rivotril é de 24horas?

  92. Ana Maria 4 de julho de 2016 at 19:22

    Doutor
    Tenho 57 anos e do Inicio do ano pra cá comecei a sentir uma série de sintoma muito desagradáveis, então fui à uma médica clínica.
    Fui diagnosticada com crises de ansiedade, e ela me medicou com Pasalix 30mg (2 comprimidos á noite por 30 dias), me encaminhou também para uma psicóloga e um psiquiatra.
    Fui aos dois. Na psicóloga estou fazendo sessões de terapia , e no Psiquiatra que eu não gostei muito me medicou com Calman 3cx( tomar 2 comprimidos pela manhã diariamente), e Razapina 30 mg. 3 caixas. ( 01 comprimido à noite diariamente).
    Sendo que eu só tomei o Pasalix e o Calman, a Rapazina eu fiquei com medo de tomar, pois a psicóloga na primeira consulta disse não ser necessário ir a um psiquiatra. Mas como eu já havia marcado ela disse que eu fosse.
    Só que depois, eu passei a deixar de tomar aos poucos. Às vezes tomava, e às vezes não, ou então só tomava quando estava sentindo alguns sintomas da ansiedade. Quanto ao sono eu não senti muita diferença não. Pois eu não tenho dificuldade para dormir. Logo cedo caio de sono e ate no computador eu durmo (cochilo), mas quando chega lá pelas 2- 3 hs da madrugada eu acordo e fico sem conseguir dormir direito. Isso antes do Calman e também tomando o Calman.
    Ai nesse final de semana ( dia 2/07/2016 e 3/07/2016) tinha uns eventos para ir.
    Casamento no dia 02 e um chá de panela no dia 3, então acabei ficando me sentindo muito mal antes de sair para os eventos. Acabei até pensando em no outo dia comprar o RAZAPINA, que o psiquiatra tinha passado. Mas chegando no chá encontrei uma amiga que tem os mesmos sintomas meus ( ela tem também Síndrome do pânico), ficamos conversando e ela me disse que tomava Rivotril 0,5mg
    e me ofereceu um comprimido para experimentar, e eu aceitei.
    Tomei metade do comprimido e tive uma noite e um dia seguinte maravilhosos, como a tempos eu não tenho.
    O que eu devo fazer doutor? será que se eu comprar o RAZAPINA e começar a tomar vou me sentir tão bem assim? ou devo pedir pra meu médico passar o Rivotril? Me ajude doutor!
    Chegando lá

  93. Inácio 7 de julho de 2016 at 07:14

    Inácio: O que eu quis dizer foi o seguinte, o médico falou que o rivotril leva de 48n à 60h no organismo, ainda fazendo efeito. Porque eu em apenas 39 horas sem o rivotril já estava com todos os sintomas de quando eu comecei o tratamento em 2009?

  94. Mariana 12 de julho de 2016 at 03:51

    Eu vejo as pessoas falando que tomam uma quantidade x de rivotril (tipo 1mg por dia) e estão sofrendo muito para se livrar usando o método de retirada lenta. Eu preciso de algo entre 80 e 200 gotas de rivotril por dia (e muitas vezes combinado com álcool) para aliviar minha ansiedade. Tenho depressão mair crônica há 13 anos. Fiquei bem durante anos tomando apenas 150mg de sertralina e mais NADA. Aí me receitaram rivotril para síndrome das pernas inquietas. Como sou muito ansiosa, cair no vício foi fácil. A minha crise de abstinência de rivotril é terrível! Além dos sintomas que várias pessoas relataram aqui, eu consigo sentir a comida descendo pelo meu estômago e intestino (isso é indescritivelmente incômodo, chega a um ponto que você prefere não comer mais), meu tato fica hiper sensível (um algodão parece uma bola de palha ao meu toque) e outras bizarrices. Tentei parar várias vezes. Fiquei dez dias sem usar e fui parar no pronto socorro com a língua enrolando (como se estivesse a beira de uma trombose ou convulsão). E agora tem o álcool. É possível fazer uma retirada gradual partindo de uma dose tão alta (entre 80 e 200 gotas diárias)? Tem algum remédio que possa me ajudar? Eu tenho um psiquiatra. mas ele não consegue entender a minha situação. Se eu levasse alguma ideia para ele talvez ajudasse. Muito Obrigada! Mariana , Brasília.

  95. Suellen Daiane Leite 13 de julho de 2016 at 20:19

    O uso de Rivortril causa problemas no coração? Obrigado

  96. Emerson Toledo 16 de julho de 2016 at 20:05

    Completarei em 2016 45 anos. No ano de 2012 comecei a sentir batimentos cardíacos elevados, medo, sensação de morte iminente. Passei por dois cardiologistas e fiz o teste da esteira, a qual foi negativa. Por insistência da família comecei a fazer tratamento psicológico. No ano de 2014, no mês de março, sofri um infarto agudo do miocárdio na artéria coronária descendente anterior. Perdi uma quantidade equivalente a 13% do coração, mais precisamente uma área de isquemia no ventrículo esquerdo. Após o infarto continuei tendo as crises de ansiedade com uma clara percepção de que o medo é desproporcional à situação real, sendo claro para mim que uma quantidade de adrenalina(ou outro hormônio) liberada pela supra-renal é a causadora do desconforto terrível. Pesquisando acabei por descobrir que as doenças cardíacas causam ansiedade e que as pulmonares também. Caso o senhor tenha tempo para me responder Doutor, quais são as doenças ou distúrbios fisiológicos (se é assim que vcs chamam) que podem causar a doença psíquica(ansiedade, depressão)?
    Parabéns pelo site!!!

  97. Emerson Toledo 16 de julho de 2016 at 20:08

    ps fiz três safenas e um radial.

  98. Diego 19 de julho de 2016 at 11:59

    Olá!
    A síndrome do pânico me pegou de surpresa,sem motivos impactantes para desencadear isso.
    Sou autônomo, amo meu serviço, não posso reclamar de nada,mas qndo comecei a ter crise de ansiedade e pânico meu mundo desabou!
    Pensei q iria enlouquecer e tudo o q amava e fazia estava fora de alcance.Foi o pior período de minha vida.
    Só quem vive, sabe e sente o q estou dizendo.A crise não tem hr nem lugar e ela não é piedosa nem um pouco, já acordava ruim,tendo crise, vomitava por estar nervoso,era desesperador.
    Foi qndo conheci o psiquiatra e o rivotril e bupium.
    Não me importa o q dizem sobre o q será de mim lá no futuro,mas aprendi q só existe o presente,e no momento esse remédio me deu a vida novamente.
    Não tenham medo,vá ao médico, se adapte e viva.

  99. Tania Regina 3 de agosto de 2016 at 22:15

    Boa noite Dr.Deyvis, minha filha toma Pristiq 100 e Lamitor 100, mas estou preocupada porque ela não está bem, continua com sintomas de depressão, mesmo tomando esses remédios fortes. Se fica um dia sem tomar diz que a sensação é horrível, parece que está tudo solto na cabeça. Será que existe uma maneira dela reduzir o uso desses remédios e usar o Rivotril seria uma solução?
    Ela é muito instável, qualquer coisa explode, xinga…. porisso acho que está precisando de um remédio que acalme um pouco. Por favor Dr. me oriente.Muito obrigada, Tania

  100. marcia Frefiano 10 de agosto de 2016 at 16:18

    Boa tarde.
    Sofro de espasmo hemifacial. A neurologista me indicou clonazepan 20mg. Meio comprimido antes de dormir durante dois meses, e a partir daí começar a tomar a mesma dose apenas pela manhã.
    Já comecei a tomar pela manhã a um mês, os espasmos diminuíram mas não pararam de acontecer.
    A doutoura me garantiu que eles iriam parar.
    Gostaria de sua opinião. Se com o tempo os espasmos vão parar realmente.
    Nunca senti dores, a dra. me disse que é uma artéria no cérebro que se desgata e entra em contato com o nervo da face, causando os espasmos.
    Me deu também a opção de aplicações de substância botulinica, como não tenho condicoes de faze-las a cada três meses(financeiras), optei pela medicação.
    Agradeço sua atenção e aguardo resposta..

  101. Salete d fatima santos cangiani 12 de agosto de 2016 at 19:34

    Tomo Rivoli a 20 anos…mais estou preocupada com os comentários que tenho visto sobre o rivotril. Fazem dois dias que diminui pra 1 miligramas. Comecei tomar devido a uma dor de cabeça muito forte. Já tentei parar fiz de todas as formas mais não consegui parar.

  102. Juliana 15 de agosto de 2016 at 09:34

    Vendo Rivotril, sogra parou de usar, 3 caixas com 90 comprimidos 2mg, validade 2017
    regularizacaonci@gmail.com

  103. alexandre 25 de setembro de 2016 at 11:56

    Tenho 41 anos desde 1998 entrei em uma depressão profunda e já passei por 4 psiquiatras e 4 psicólogos cada um com um diagnóstico. Hiperatividade; síndrome somatroforme e por último bipolar. Já tomei lítio,varios antidepressivos e Depakote e Apraz para ansiedade que tomo para dormir! Mas, nenhum remédio até hoje me ajuda na minha pior angústia: não sinto a percepção dos dias, horas, meses e anos passarem. Pergunto: Bipolar pode causar esses sintomas ? Já que faz muitos anos que vivo assim ! Tem solução meu caso ? O Depakote só estabilizou meu humor ! Mas, me sinto fora do tempo e da vida das pessoas ao meu redor. Não estou mais conseguindo sair de casa para o Centro da cidade: já que não sinto essa passagem do tempo e me sinto sozinho e perdido ! Estou ficando louco ! Ajude-me e se tem mais alguem com esses sintomas nesse site ?

  104. Sancler F 5 de outubro de 2016 at 12:25

    Boa tarde, tenho que fazer um tratamento com Rivotril, o psiquiatra passou 0.5 miligramas, mas tenho medo de tomar e causar dependencia, tive um problema com colica de rins, então passei a dormir mal, sempre fui otimo para dormir mas depois deste acontecimento nao consigo dormir a noite toda, tem 60 dias, que estou assim, sera que um tratamento de uns 15 dias pode causar uma dependencia, por favor me ajudem, essa duvida não sai da cabeça.

  105. Melissa 14 de outubro de 2016 at 23:27

    Boa noite.
    Leio muitos textos sobre o assunto, e gostei muito do teor deste. Não porque “defende” (de uma certa forma) o uso do rivotril, mas sim porque tira um pouco esse estigma de que os pacientes psiquiátricos recorrem a todos os tipos de muleta. NÃO.
    Eu gostaria muito de não ter insônia desde vinte e poucos anos, gostaria de não ter um transtorno bipolar que me trouxe uma série incontável de varios tipos de prejuízos; gostaria de ter conseguido reagir quando as pessoas “normais” diziam: Vc tem que ser forte, tem que se ajudar. Mas a vida não é o que queremos, mas sim o que fazemos dela com o que ela nos apresenta!
    Sei que remédios a longo prazo são ruins, mas aprendi que precisava (e preciso) deles para que o meu longo prazo seja o mais saudável possível. E quando digo saudável, não é so fisicamente…
    Preciso deles para levantar, para dormir, para não tornar miserável a minha vida e daqueles que amo!!! Não me culpo e nem perco minhas noites pensando como vai ser meu futuro. Preciso viver o agora! Não me drogo, não bebo mais, parei de fumar. Vou ao psiquiatra, a quem confio a minha vida, e discuto com ele todas as minhas dúvidas e preocupações. Faço tudo o que devo fazer para não mais ter vontade de morrer, nem de sair gastando, trabalhar como uma enlouquecida, e de viver como se estivesse em uma.montanha russa.
    E os remédios são meus aliados, não meus inimigos. Não quero ser uma velhinha sem problemas no fígado ou de memória. Quero e preciso ser uma adulta responsável, feliz, estabilizada – dentro do MEU possível. E foram os remédios, junto com minha vontade e todo o amor daqueles que me rodeiam que me fizeram chegar onde estou hoje. Feliz, e ciente das minhas limitações.
    Acho importante desmistificar um pouco todo esse medo de doenças psiquiátricas e seus remédios. As pessoas tem que aprender a tratar com naturalidade, dada a alta incidência delas.
    So para constar, depois de muito me automedicar e viver uma vida divertidíssima, porém danosa, aderi ao tratamento porque meu filho de 9 anos pediu que eu fosse ao médico. Ele, uma criança, me ajudou e me tirou da escuridão onde eu estava. E esse menino, hoje quase um homem, tem a sensibilidade de entender e não julgar; e de que ele também precisa sempre cuidar do emocional. Uma criança!!! Para vermos que nós adultos é que complicamos tudo.
    Desculpe o desabafo, mas em 10 anos de tratamento eu nunca havia escrito sobre isso.
    Um abraço

  106. Lilian terra 19 de outubro de 2016 at 03:47

    Tomo rivotril a uns 6 anos, pra pânico, depressão ansiedade, fluxo tina,pondera centralina não me deixam tranquila. Essa semana mesmo com a medição estou em crise.o site me ajudou. O q eu queria saber se existe diferença da qualidade do clonasepam comprado e o distribuído na rede do SUS. Dr gostaria q falasse mais do pré o certo que sofremos qndo chegamos em crise num PS.

  107. Cristina 20 de outubro de 2016 at 21:46

    Eu tomo Rivotril há 20 anos,comecei a tomar para dormir durante muito tempo funcionou só que agora durmo mal ,e já tentei parar várias vezes mas nunca consegui,sem contar que minha memória se é que ainda tenho está péssima,meu humor nem se fala,já não sei mais o que fazer, se alguém puder me ajudar agradeço!

  108. ANA ALÍCIA 24 de outubro de 2016 at 16:00

    COMO CORTAR EFEITO DE RIVOTRIL

  109. Fabio 30 de outubro de 2016 at 16:10

    Sinto tremores espasmos e muita ansiedade e também não tenho vontade de nada. E sempre tomei stilnox para dormir. .minha psiquiatra falou para eu parar com o stilnox e tomar o rivotril 0;5 mg pela manhã e a tarde e 1;0 mg pela noite e também me passou o cymbalta 60 mg pela manhã mais 150mg do efexor pela manhã. Será que posso tomar todas essas medicações.

  110. Leonardo 1 de novembro de 2016 at 13:38

    Posso fazer uso de suplementos tomando o Rivotril e outro remédio Serenata ? Se não por que ?

  111. Marcos Queiroz 2 de novembro de 2016 at 00:04

    oi doutor

    tenho personalidade explosiva desde infancia, aos 15 anos desenvolvi depressão e passei a tomar tofranil, tomei por 2 anos associado a carbamazepina e depois parei com medicação pisiquiatrica, por 10 anos
    depois disso desenvolvi dor de cabeça constante, e por isso passei a tomar amitril, 1 vezes por dia
    depois de 4 anos fui diagnosticado por com transtorno boderlaine e começaram a me medicar fortemente com rivotril 2mg ate 4 doses por dias, carbamazepina 200 ate 3 vezes por dia amitril 25 ate 3 mg, fluoroxetina ate 2 doses diarias, alem de neozine e tripitanol associado a fernegan em casos sos
    isso por 6 anos seguidos
    hoje depois de ter 6 anos seguidos em tratamento em caps , procurei um pisiquiatra particular e ele mudou toda medicação por considerar que eu estou totalmente dependente desta medicação
    ele me prescreveu depakene 500 3 doses diarias citalopran 20 mg 1 dose ao dia e dalmadorm 30 mg 2 doses diarias
    ele me passou confiança mas ao mesmo tempo um temor em substituir toda medicação assim
    o que devo fazer?
    sendo que tenho hipotireoidismo, e ausencia de vitamina d e gordura do figado que pode me levar a um diabetes futuros alem de tomar medicaçoes analgesicas para combater enxaqueca cronica
    e essa combinação esta me deixando simplesmente apavorado, o que devo fazer?

  112. marta de andrade rodrigues 10 de novembro de 2016 at 16:32

    tenho insonia nao sei qual e a causa da insonia pois tem noite que durmo bem e tem noite que preciso tomar meio clonazepan tenho depressao, toc e panico.

  113. Marcelo Ribeiro 6 de dezembro de 2016 at 14:09

    Usei diversos medicamentos. Citando os BZDs (benzodiazepinicos): vários deles, porém uso com frequência Rivotril (clonazepan) 2,0mg há alguns anos. Hoje estou com 34. Diz tratamento com psiquiatras, psicólogos. Usei também diversos antidepressivos, estimuladores de humor (BUP, Litio).
    O Rivotril compro em caixas sempre 2,0mg ou frasco em gotas. Comprimidos pelo menos 5 a 1 cartela (contém 10 cp). Gotas varia: 25 gotas ou todo o frasco em dose única. Não sei se viciei ou outro motivo mas o que eu desejonque qconteça com as doses consideradas tóxicas como dormir no mínimo 12, me deixar com a mente “lesada” o suficiente não percebo.
    Então quem sabe 2 frascos ou 2 cartelas (20 coisas) em dose única possa resolver.

    O X da questão está em estrutura familiar. Após 7 anos psiquiatra descobriu que tenho transtorno afetivo bipolar (TAB). Logo, vivo mais em momentos com mta depressão, sem tomar banho, sem comer pq os BZDs diminuem a ansiedade por comida e fico 24h sem comer nada, minha urina aumenta, sinto mto frio com os pés mais gelados, e outros efeitos como midríase (pupila dilatada e dificuldade de ler e escrever), hipotensão.

    Meu caso é que sou filho únicos. Pais com 70 anos e desde 2001 mudei para Belo Horizonte e perdemos o contato diário. Não sabem e não veem e não conhecem o filho que tem. Me gera frustrações e isso me dá motivo para tomar Rivotril em dose alta. Não aguento mais ouvir frases clichês e sem solução e detesto tocar no mesmo assunto todo dia.

    Meus pais sabem que vou ao médico pq eles pagam, porém não enchergam que o filho precisa de ajuda, e nisso, mtas veses eu não tinha continuidade com médico e seus medicamentos e psicólogos. Nossos melhores amigos e as únicas pessoas que devemos dar satisfação e confiar são nossos pais.

    Esse é meu relato. Quem quiser conversar, pedir ajuda, me ajudar, disponho meu contato:
    m r v a b h 3 0 @ g m a i l . c o m
    (Todas as letras juntas ok)

  114. vanderlea primo 7 de dezembro de 2016 at 19:20

    ola tomo rivotril so para dormi tem um ano mas quero parar de tomar como devo fazer